Mundo Marcus & Marcus

Mito ou verdade: comer antes de entrar na piscina faz mal?

Mito ou verdade: comer antes de entrar na piscina faz mal?

em 10 de set. de 2026
Muitos pais têm medo de deixar as crianças brincarem na água depois de comer...de onde vem esse medo? Será que tem fundamento? Descubra no artigo!
Como organizar uma viagem em família com bebês

Como organizar uma viagem em família com bebês

em 10 de set. de 2026
Viajar com bebês pode parecer desafiador, mas, neste artigo, você descobre como se planejar para evitar surpresas e criar memórias incríveis com a família!
Atenção aos talheres na introdução alimentar

Atenção aos talheres na introdução alimentar

em 10 de set. de 2026
A escolha dos talheres para a introdução alimentar deve ser feita de forma criteriosa, com atenção especial às colheres. Saiba como escolher a colher ideal para cada faixa etária!
Dez dicas para uma introdução alimentar de sucesso

Dez dicas para uma introdução alimentar de sucesso

em 10 de set. de 2026
Confira 10 dicas valiosas para deixar a introdução alimentar ainda mais especial para você e para o seu bebê!
Como manter a rotina de alimentação de crianças que almoçam na escola

Como manter a rotina de alimentação de crianças que almoçam na escola

em 10 de set. de 2026
Quando a criança almoça na escola, sem a supervisão constante dos pais, pode haver uma certa insegurança sobre o seu comportamento alimentar. Uma comunicação clara com a equipe escolar e uma rotina organizada em casa podem ajudar nesses casos!
Como lidar com os palpites durante a introdução alimentar

Como lidar com os palpites durante a introdução alimentar

em 10 de set. de 2026
A introdução alimentar gera muitas expectativas em toda a família, o que pode levar a alguns palpites e opiniões não solicitados. Veja como lidar com isso de forma leve e positiva!
O papel da família na introdução alimentar, além dos pais

O papel da família na introdução alimentar, além dos pais

em 10 de ago. de 2026
A chegada de um bebê envolve toda a família e, a cada nova etapa do crescimento, as necessidades e cuidados mudam. O momento da introdução alimentar é um dos mais importantes do desenvolvimento do bebê, e deve envolver a todos, não só os pais. Veja como contribuir nessa fase tão importante mesmo se você não for a mãe ou o pai do bebê!  
Seletividade alimentar: como ajudar seu filho a aceitar frutas, legumes e verduras

Seletividade alimentar: como ajudar seu filho a aceitar frutas, legumes e verduras

em 10 de ago. de 2026
A recusa a alguns alimentos durante a introdução alimentar é normal e esperada. Porém, quando se torna muito frequente e muito resistente, é preciso entender se é o caso de seletividade.  
Conciliando amamentação e introdução alimentar: por que o leite materno continua sendo tão importante?

Conciliando amamentação e introdução alimentar: por que o leite materno continua sendo tão importante?

em 10 de ago. de 2026
O início da introdução alimentar não significa o fim da amamentação. Se for possível, é muito recomendado manter a oferta de leite materno ao bebê, mesmo que ele já esteja descobrindo os alimentos!
Doce infância: como equilibrar o consumo sem proibir

Doce infância: como equilibrar o consumo sem proibir

em 05 de ago. de 2026
O consumo de doces na infância é tema de muitas discussões: afinal, é melhor permitir de vez em quando ou proibir totalmente? Descubra a resposta neste artigo! 
Adaptações na rotina para a volta às aulas

Adaptações na rotina para a volta às aulas

em 28 de jul. de 2026
Como retomar a rotina para o retorno à escola, com antecedência e tranquilidade para toda a família!
Como estimular o consumo de legumes para bebês e crianças

Como estimular o consumo de legumes para bebês e crianças

em 17 de jun. de 2026
Veja alguns “truques” para ajudar a criança a aceitar os legumes no dia a dia.  Não basta a criança “comer a refeição”. É importante que ela aprenda também a aceitar os legumes, afinal, uma refeição equilibrada não deve se resumir apenas ao trio arroz, feijão e carne. Ter um prato colorido faz toda a diferença para aumentar o consumo de vitaminas, minerais e fibras que fortalecem a saúde e o desenvolvimento infantil.  Mesmo sabendo disso, muitas famílias enfrentam dificuldades para que a criança aceite legumes e verduras. Essa resistência é muito mais comum do que parece, mas atenção: não se desespere e, principalmente, evite forçar a criança a comer. A pressão pode gerar ainda mais rejeição.  Como fazer a criança comer legumes: Principais estratégias  Uma estratégia prática é começar pelos alimentos que ela já aceita, mas em versões mais coloridas: macarrão de espinafre, pãozinho de beterraba, bolo de cenoura, muffin de queijo com legumes ou biscoitos coloridos. Assim, o contato com os vegetais acontece de maneira lúdica e próxima da realidade dela.  Outra dica é acrescentar os legumes em preparações já conhecidas: hambúrguer caseiro com cenoura ralada, arroz com brócolis, molho à bolonhesa com abobrinha ralada, omelete com tomatinho picado... São pequenas adaptações que tornam as refeições mais nutritivas, sem estranheza para o paladar.  E, por fim, aproxime a criança dos legumes em outros momentos fora do prato: na feira, no supermercado, ajudando a lavar a salada ou participando de receitas simples na cozinha. Esse contato fora da refeição cria familiaridade e pode transformar os legumes em aliados da alimentação dela.  A importância da escolha dos pratos no consumo de legumes para bebês e crianças  A escolha dos pratos também pode ser estratégica: os modelos com divisórias deixam os alimentos separados, ajudam a criança a visualizar e entender melhor cada alimento, suas cores e texturas. Itens bem coloridos e lúdicos chamam a atenção das crianças e as deixam investidas na refeição.  📌 Conteúdo revisado por: Camila Cury Nutricionista Materno Infantil – CRN 3-23441 
Diminuição do apetite após 1 ano: entenda e saiba como agir

Diminuição do apetite após 1 ano: entenda e saiba como agir

em 17 de jun. de 2026
Próximo ao primeiro ano de vida, o bebê diminui o apetite ou até mesmo para de comer certos alimentos que antes aceitava bem. Essa situação, embora angustiante para os pais, é completamente normal e está relacionada ao desenvolvimento da criança.  Nesse período, o ritmo de crescimento desacelera: enquanto no primeiro ano o bebê triplica de peso desde o nascimento, nos anos seguintes o ganho é bem mais gradual, o que reduz naturalmente suas necessidades calóricas e, consequentemente, o apetite. Isso é fisiológico e natural dos bebês.  Essa mudança fisiológica também coincide com o aumento da curiosidade da criança pelo mundo ao seu redor. Agora, o bebê quer explorar, brincar e interagir, e o momento da refeição pode perder um pouco o interesse. No entanto, essa fase não deve ser motivo de desespero. É importante focar na qualidade do que está sendo oferecido, mesmo que em porções menores, respeitando a saciedade do bebê. Pratos coloridos com divisórias e design lúdico podem aumentar o interesse da criança pela refeição.  Perda de apetite em bebês de 1 ano: Quais são os desafios e como lidar  Um desafio comum nessa fase de perda de apetite nos bebês é a seletividade alimentar, onde a criança pode começar a recusar alimentos que antes comia com entusiasmo. Para lidar com isso, a dica é variar a apresentação: ofereça o mesmo alimento de formas diferentes, como brócolis no vapor, picadinho no arroz ou misturado em uma sopa cremosa. Estudos mostram que crianças podem precisar experimentar um alimento de 10 a 21 vezes antes de aceitá-lo novamente. Portanto, tenha paciência e persistência, sem pressionar ou forçar.  O ambiente também faz toda a diferença. Refeições em locais tranquilos, sem distrações como televisão, tablets ou brinquedos, ajudam a criança a focar no alimento e a reconhecer seus sinais de fome e saciedade. Além disso, o exemplo da família é poderoso! Crianças tendem a imitar os hábitos dos pais, então comer junto e incluir alimentos saudáveis no cardápio da família é uma ótima forma de incentivar o interesse pelo prato.  Diminuição de apetite em bebês: Outras dicas importantes!  Por fim, evite usar alimentos ultraprocessados como alternativa ou substituição aos alimentos recusados. Se a criança perceber que a recusa leva a opções mais palatáveis, como biscoitos, iogurtes adoçados ou sucos, isso pode se tornar recorrente e, sem querer, pode-se acabar fomentando uma seletividade ainda maior.  Lembre-se: a fase de recusa alimentar após um ano é temporária e, com paciência e boas práticas, pode ser superada de forma tranquila, ajudando a criança a desenvolver uma relação saudável com a comida. E, caso as dificuldades persistam, consulte um profissional para ajudar a superá-las!  📌 Conteúdo revisado por:  Laura Escobar  Especialista em Nutrição Infantil - CRN3-63644 
Como conservar, congelar e descongelar comida de bebê com segurança

Como conservar, congelar e descongelar comida de bebê com segurança

em 17 de jun. de 2026
Garantir que os alimentos do bebê sejam armazenados corretamente é essencial para preservar os nutrientes e evitar desperdícios. A conservação, o congelamento e o descongelamento adequados ajudam a manter a segurança alimentar e facilitam o dia a dia. Confira algumas dicas para fazer isso da melhor forma!  Conservação de alimentos para bebês: Como fazer  Para conservar os alimentos frescos, é importante armazená-los em potes herméticos, de material resistente e livre de BPA, e mantê-los na geladeira a uma temperatura entre 1ºC e 5ºC. Alimentos prontos ou cozidos podem ser armazenados por dois a três dias na geladeira, enquanto frutas e hortaliças higienizadas duram até sete dias. Já as frutas cortadas ou hortaliças fracionadas devem ser consumidas em até três dias para manter sabor e textura.  Congelamento de alimentos para bebês: Como fazer  Para garantir uma melhor organização e praticidade no dia a dia, os alimentos devem ser congelados na consistência ideal para o consumo do bebê. Separe porções em forminhas de silicone, garantindo tamanhos adequados para cada refeição. As porções ficam armazenadas na própria forminha, e é possível identificá-las com o nome do alimento e a data de preparo, escrevendo na tampa. Dessa forma, além de otimizar espaço, é possível manter um controle eficiente do prazo de validade.  Preparações prontas como purês, sopas, feijão e carnes cozidas podem ser congeladas por até 30 dias, e hortaliças branqueadas (levemente cozidas em água fervente por 2 minutos antes do congelamento) podem durar de seis meses a um ano no congelador. Uma dica importante é evitar congelar alimentos com mais água na composição, como batata inglesa, tomate, melão, melancia, alface e pepino, pois eles podem alterar sua textura depois de descongelar.  Descongelamento de alimentos para bebês: Como fazer  O ideal é transferir do freezer para a geladeira com antecedência, permitindo que ele descongele gradualmente. Outra opção é o banho-maria, que aquece os alimentos de maneira uniforme. O micro-ondas também pode ser usado, desde que em potes de vidro e com mexidas frequentes para evitar superaquecimento. Nunca se deve descongelar alimentos em temperatura ambiente ou sobre bancadas ou pias, pois isso pode aumentar o risco de contaminação.  Atenção também a outro ponto importante: alimentos descongelados não devem ser recongelados, a menos que tenham sido cozidos e preparados após o descongelamento.  Como congelar comida de bebê: Dicas finais!  Não se esqueça de utilizar bolsas e mochilas térmicas para manter os alimentos refrigerados, se possível adicione gelos de transporte ou uma garrafa de água congelada junto. Caso prefira levar os alimentos aquecidos, uma garrafa pote térmica pode mantê-los quentes por mais tempo.  A organização das refeições de acordo com a rotina da família facilita a oferta de alimentos variados e seguros para o seu bebê!  📌 Conteúdo revisado por:  Laura Escobar  Especialista em Nutrição Infantil - CRN3-63644 

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