Mundo Marcus & Marcus

Adaptações na rotina para a volta às aulas

Adaptações na rotina para a volta às aulas

em 28 de jul. de 2026
Como retomar a rotina para o retorno à escola, com antecedência e tranquilidade para toda a família!
Como estimular o consumo de legumes para bebês e crianças

Como estimular o consumo de legumes para bebês e crianças

em 17 de jun. de 2026
Veja alguns “truques” para ajudar a criança a aceitar os legumes no dia a dia.  Não basta a criança “comer a refeição”. É importante que ela aprenda também a aceitar os legumes, afinal, uma refeição equilibrada não deve se resumir apenas ao trio arroz, feijão e carne. Ter um prato colorido faz toda a diferença para aumentar o consumo de vitaminas, minerais e fibras que fortalecem a saúde e o desenvolvimento infantil.  Mesmo sabendo disso, muitas famílias enfrentam dificuldades para que a criança aceite legumes e verduras. Essa resistência é muito mais comum do que parece, mas atenção: não se desespere e, principalmente, evite forçar a criança a comer. A pressão pode gerar ainda mais rejeição.  Como fazer a criança comer legumes: Principais estratégias  Uma estratégia prática é começar pelos alimentos que ela já aceita, mas em versões mais coloridas: macarrão de espinafre, pãozinho de beterraba, bolo de cenoura, muffin de queijo com legumes ou biscoitos coloridos. Assim, o contato com os vegetais acontece de maneira lúdica e próxima da realidade dela.  Outra dica é acrescentar os legumes em preparações já conhecidas: hambúrguer caseiro com cenoura ralada, arroz com brócolis, molho à bolonhesa com abobrinha ralada, omelete com tomatinho picado... São pequenas adaptações que tornam as refeições mais nutritivas, sem estranheza para o paladar.  E, por fim, aproxime a criança dos legumes em outros momentos fora do prato: na feira, no supermercado, ajudando a lavar a salada ou participando de receitas simples na cozinha. Esse contato fora da refeição cria familiaridade e pode transformar os legumes em aliados da alimentação dela.  A importância da escolha dos pratos no consumo de legumes para bebês e crianças  A escolha dos pratos também pode ser estratégica: os modelos com divisórias deixam os alimentos separados, ajudam a criança a visualizar e entender melhor cada alimento, suas cores e texturas. Itens bem coloridos e lúdicos chamam a atenção das crianças e as deixam investidas na refeição.  📌 Conteúdo revisado por: Camila Cury Nutricionista Materno Infantil – CRN 3-23441 
Diminuição do apetite após 1 ano: entenda e saiba como agir

Diminuição do apetite após 1 ano: entenda e saiba como agir

em 17 de jun. de 2026
Próximo ao primeiro ano de vida, o bebê diminui o apetite ou até mesmo para de comer certos alimentos que antes aceitava bem. Essa situação, embora angustiante para os pais, é completamente normal e está relacionada ao desenvolvimento da criança.  Nesse período, o ritmo de crescimento desacelera: enquanto no primeiro ano o bebê triplica de peso desde o nascimento, nos anos seguintes o ganho é bem mais gradual, o que reduz naturalmente suas necessidades calóricas e, consequentemente, o apetite. Isso é fisiológico e natural dos bebês.  Essa mudança fisiológica também coincide com o aumento da curiosidade da criança pelo mundo ao seu redor. Agora, o bebê quer explorar, brincar e interagir, e o momento da refeição pode perder um pouco o interesse. No entanto, essa fase não deve ser motivo de desespero. É importante focar na qualidade do que está sendo oferecido, mesmo que em porções menores, respeitando a saciedade do bebê. Pratos coloridos com divisórias e design lúdico podem aumentar o interesse da criança pela refeição.  Perda de apetite em bebês de 1 ano: Quais são os desafios e como lidar  Um desafio comum nessa fase de perda de apetite nos bebês é a seletividade alimentar, onde a criança pode começar a recusar alimentos que antes comia com entusiasmo. Para lidar com isso, a dica é variar a apresentação: ofereça o mesmo alimento de formas diferentes, como brócolis no vapor, picadinho no arroz ou misturado em uma sopa cremosa. Estudos mostram que crianças podem precisar experimentar um alimento de 10 a 21 vezes antes de aceitá-lo novamente. Portanto, tenha paciência e persistência, sem pressionar ou forçar.  O ambiente também faz toda a diferença. Refeições em locais tranquilos, sem distrações como televisão, tablets ou brinquedos, ajudam a criança a focar no alimento e a reconhecer seus sinais de fome e saciedade. Além disso, o exemplo da família é poderoso! Crianças tendem a imitar os hábitos dos pais, então comer junto e incluir alimentos saudáveis no cardápio da família é uma ótima forma de incentivar o interesse pelo prato.  Diminuição de apetite em bebês: Outras dicas importantes!  Por fim, evite usar alimentos ultraprocessados como alternativa ou substituição aos alimentos recusados. Se a criança perceber que a recusa leva a opções mais palatáveis, como biscoitos, iogurtes adoçados ou sucos, isso pode se tornar recorrente e, sem querer, pode-se acabar fomentando uma seletividade ainda maior.  Lembre-se: a fase de recusa alimentar após um ano é temporária e, com paciência e boas práticas, pode ser superada de forma tranquila, ajudando a criança a desenvolver uma relação saudável com a comida. E, caso as dificuldades persistam, consulte um profissional para ajudar a superá-las!  📌 Conteúdo revisado por:  Laura Escobar  Especialista em Nutrição Infantil - CRN3-63644 
Como conservar, congelar e descongelar comida de bebê com segurança

Como conservar, congelar e descongelar comida de bebê com segurança

em 17 de jun. de 2026
Garantir que os alimentos do bebê sejam armazenados corretamente é essencial para preservar os nutrientes e evitar desperdícios. A conservação, o congelamento e o descongelamento adequados ajudam a manter a segurança alimentar e facilitam o dia a dia. Confira algumas dicas para fazer isso da melhor forma!  Conservação de alimentos para bebês: Como fazer  Para conservar os alimentos frescos, é importante armazená-los em potes herméticos, de material resistente e livre de BPA, e mantê-los na geladeira a uma temperatura entre 1ºC e 5ºC. Alimentos prontos ou cozidos podem ser armazenados por dois a três dias na geladeira, enquanto frutas e hortaliças higienizadas duram até sete dias. Já as frutas cortadas ou hortaliças fracionadas devem ser consumidas em até três dias para manter sabor e textura.  Congelamento de alimentos para bebês: Como fazer  Para garantir uma melhor organização e praticidade no dia a dia, os alimentos devem ser congelados na consistência ideal para o consumo do bebê. Separe porções em forminhas de silicone, garantindo tamanhos adequados para cada refeição. As porções ficam armazenadas na própria forminha, e é possível identificá-las com o nome do alimento e a data de preparo, escrevendo na tampa. Dessa forma, além de otimizar espaço, é possível manter um controle eficiente do prazo de validade.  Preparações prontas como purês, sopas, feijão e carnes cozidas podem ser congeladas por até 30 dias, e hortaliças branqueadas (levemente cozidas em água fervente por 2 minutos antes do congelamento) podem durar de seis meses a um ano no congelador. Uma dica importante é evitar congelar alimentos com mais água na composição, como batata inglesa, tomate, melão, melancia, alface e pepino, pois eles podem alterar sua textura depois de descongelar.  Descongelamento de alimentos para bebês: Como fazer  O ideal é transferir do freezer para a geladeira com antecedência, permitindo que ele descongele gradualmente. Outra opção é o banho-maria, que aquece os alimentos de maneira uniforme. O micro-ondas também pode ser usado, desde que em potes de vidro e com mexidas frequentes para evitar superaquecimento. Nunca se deve descongelar alimentos em temperatura ambiente ou sobre bancadas ou pias, pois isso pode aumentar o risco de contaminação.  Atenção também a outro ponto importante: alimentos descongelados não devem ser recongelados, a menos que tenham sido cozidos e preparados após o descongelamento.  Como congelar comida de bebê: Dicas finais!  Não se esqueça de utilizar bolsas e mochilas térmicas para manter os alimentos refrigerados, se possível adicione gelos de transporte ou uma garrafa de água congelada junto. Caso prefira levar os alimentos aquecidos, uma garrafa pote térmica pode mantê-los quentes por mais tempo.  A organização das refeições de acordo com a rotina da família facilita a oferta de alimentos variados e seguros para o seu bebê!  📌 Conteúdo revisado por:  Laura Escobar  Especialista em Nutrição Infantil - CRN3-63644 
A importância da variedade na introdução alimentar do bebê

A importância da variedade na introdução alimentar do bebê

em 28 de out. de 2025
A importância da variedade na introdução alimentar: como estimular o paladar do bebê Um desafio para muitas famílias durante a introdução alimentar é variar os sabores e texturas do prato do bebê. Variar os sabores e texturas é essencial para estimular o paladar do bebê e garantir uma introdução alimentar saudável. Seja pela correria do dia a dia, falta de inspiração ou dificuldade de acessibilidade por parte da criança, oferecer uma alimentação mais diversa pode ser difícil - mas é extremamente importante! Por que estimular o paladar desde cedo? Quanto mais colorido e diversificado para o prato da criança desde o início da introdução alimentar, mais rico será a sua alimentação, em vitaminas, minerais, fibras e outros nutrientes que fortalecem a saúde e o desenvolvimento infantil. Além disso, isso ajuda a acostumar a criança ao consumo de alguns alimentos que, geralmente, geram mais resistência, como certos tipos de leguminosas.  E como fazer isso? Usar os alimentos como estímulo sensorial é muito benéfico e eficaz. Montar um prato com uma boa variedade de cores, por exemplo, estimula visualmente a criança, gera interesse e curiosidade em experimentar. As texturas também devem ser variadas, para apresentar o bebê aos alimentos e suas particularidades. O mais importante nesse processo é ter paciência. Não adianta “forçar” a criança a aceitar o alimento, na verdade, isso pode ter o efeito contrário. Respeite o tempo dela, alterne as formas de apresentação e inclua a criança nos momentos de compra e preparo dos alimentos – na ida à feira ou ao supermercado e na hora de fazer o almoço, por exemplo, deixe o pequeno observar e participar! Utensílios que ajudam a variar a alimentação Você sabia que as refeições dos pratos e copos podem influenciar dependendo da hora da variedade dos alimentos?  Pratos com divisórias e formatos mais lúdicos envolvem a criança no momento da refeição e facilitam a visualização dos alimentos, já que é possível deixá-los separados, além de ajudar em casos de seletividade alimentar.  Desenvolver o hábito de hidratação também pode ser desafiador, por isso, o uso de copos protetores para cada faixa etária é importante para deixar a criança segura e confortável. Copos de formato anatômico são ótimos para os bebês que estão começando a beber água e aprendendo a manusear essas bonecas; já os modelos de transição e de treinamento , com canudo e bico, permitem a evolução do desenvolvimento da criança, já que ela pode segurá-los com mais facilidade e levar para outros ambientes. Continue aprendendo sobre alimentação infantil Quer mais dicas para deixar a introdução alimentar prática, segura e divertida? Veja também: Cortes seguros de frutas e legumes na introdução alimentar : aprenda a preparar alimentos de forma segura para o bebê explorar sozinho. Da papinha ao prato da família: como adaptar a comida do bebê: veja como integrar o bebê às refeições da casa com segurança e sabor. Como cultivar a autonomia do bebê na hora de comer : dicas para estimular a autoalimentação e tornar as refeições mais prazerosas. O segredo para diversificar os alimentos é o mesmo para toda a introdução alimentar: ter paciência! Respeite o tempo e as preferências do bebê, mas não desista de oferecer novos sabores e texturas, afinal, os pequenos só têm a ganhar com essa variedade!  Acompanhe o blog da Marcus & Marcus para mais dicas sobre alimentação infantil, rotina e bem-estar na rotina com o bebê!
Brincar com a comida: um passo essencial na introdução alimentar

Brincar com a comida: um passo essencial na introdução alimentar

em 28 de out. de 2025
Por que o bebê brinca com a comida? Durante a introdução alimentar, muitas famílias se preocupam ao perceber que o bebê parece brincar mais com os alimentos do que comer. Mas essa é uma etapa absolutamente normal — e fundamental! O que pode parecer bagunça, na verdade, é aprendizado. Ao tocar, amassar, cheirar, espremer e até se sujar, o bebê está se aproximando do universo da alimentação. Esse contato direto com texturas, cheiros e cores ajuda a criar familiaridade com os alimentos, tornando-os mais conhecidos e seguros. É a partir dessa vivência que o bebê, gradualmente, passa a levar o alimento à boca de forma espontânea. Respeite o tempo do bebê Esse processo de exploração pode ser mais rápido para alguns e mais demorado para outros, mas é essencial para a aceitação alimentar no futuro. Quanto mais a família respeitar esse tempo, mais tranquila será a jornada de cada criança. Cortes adequados para cada fase Para deixar esse momento divertido e seguro, ofereça os alimentos em cortes adequados para cada fase: De 6 a 9 meses: prefira os cortes em formato de bastão, maiores e firmes, que permitam que o bebê segure com a palma da mão. Exemplo: tiras de cenoura cozida, pedaços de manga, batata-doce em palitos. De 9 a 12 meses: à medida que o bebê desenvolve a pinça (capacidade de pegar com o polegar e o indicador), os alimentos podem ser oferecidos em pedaços pequenos, do tamanho de um grão de grão-de-bico ou ervilha, para estimular essa habilidade. O mais importante é garantir que os alimentos estejam na consistência correta - macios, desmanchando com a pressão dos dedos - e que o bebê sempre seja supervisionado. Utensílios que estimulam o aprendizado Além disso, o uso de utensílios como pratos com formato lúdico e cores vibrantes e talheres divertidos deixam a brincadeira mais especial, além de estimular a autonomia da criança e seu interesse pelas refeições. Continue aprendendo sobre alimentação infantil Quer mais dicas para tornar a introdução alimentar do seu bebê divertida, segura e cheia de descobertas? Confira também: A importância da variedade na introdução alimentar: como estimular o paladar do bebê — descubra como oferecer sabores e texturas diferentes para desenvolver o paladar do bebê.Da papinha ao prato da família: como adaptar a comida do bebê — veja como integrar o bebê às refeições da família de forma saudável e equilibrada.Como incentivar a autonomia do bebê na hora de comer — aprenda estratégias para estimular a independência e o interesse do bebê pelas refeições. Brincar, explorar e se sujar faz parte da aprendizagem! Esse respeito ao tempo da criança é o que constrói uma relação positiva com a comida, cheia de confiança e curiosidade.   Conteúdo revisado por:Camila CuryNutricionista Materno Infantil – CRN 3-23441
Como adaptar a comida do bebê ao prato da família

Como adaptar a comida do bebê ao prato da família

em 23 de out. de 2025
Saber como adaptar a comida do bebê à refeição da família é um passo importante na introdução alimentar e pode ser mais simples do que parece. Durante a introdução alimentar, uma das ansiedades dos pais e cuidadores é ver o bebê comendo a mesma comida que o restante da família. Chegar a esse momento leva tempo, então, os responsáveis podem - e devem - se preparar com tranquilidade! Por que é importante integrar o bebê às refeições da família? A hora da refeição é o momento em que a família se reúne ao redor da mesa não só para comer, mas para conversar sobre o dia, compartilhar novidades e preocupações ou, simplesmente, passar um tempo junto. Por isso, é importante que o bebê participe desses momentos, mesmo que ainda esteja bem no começo da introdução alimentar, com a sua comidinha diferente do restante dos familiares. Além disso, o bebê está sempre observando os adultos e aprendendo; integrar a criança desde cedo às refeições da família faz com que ela desenvolva suas habilidades motoras e comece a “imitar” os pais, com o uso de talheres e copos, por exemplo. Lembrando que os utensílios devem ser apropriados para a idade. Como adaptar a comida do dia a dia Por volta dos 12 meses, o bebê já pode compartilhar dos alimentos da família - com algumas adaptações nos preparos: Evite o uso excessivo de sal e prefira temperos naturais e mais suaves, como cebola, alho e cheiro verde, para dar sabor à comida sem precisar de temperos industrializados. Evite também colocar açúcar nos preparos; para receitas doces prefira outras formas de adoçar, como mel ou tâmaras, por exemplo. Atenção à textura dos alimentos: cozinhe bem, com água o suficiente para deixar os alimentos macios e facilitar a mastigação; se necessário, corte em pedaços grandes ou amasse, mas não triture no liquidificador, pois isso pode prejudicar a absorção dos nutrientes.  Adicione óleo ou azeite ao final do preparo, quando a comida já estiver no prato e somente se for necessário. Varie e tenha paciência: a recusa a um ou outro alimento é normal, porém, não adianta forçar o bebê a comer; dê um tempinho e tente novamente. Continue aprendendo sobre alimentação infantil Quer saber mais sobre como tornar a introdução alimentar mais segura e divertida? Confira também: Cortes seguros de frutas e legumes na introdução alimentar: veja como preparar os alimentos de forma prática e segura para o bebê explorar sozinho. Como incentivar a autonomia do bebê na hora de comer: descubra dicas simples para estimular a autoalimentação e tornar as refeições mais leves e prazerosas. Utensílios que deixam essa integração mais fácil e divertida Incentivar a auto alimentação também é uma forma de incluir a criança nas refeições, já que ela se sente “imitando” os adultos, comendo com seus próprios utensílios. Para deixar a hora de comer mais segura e colorida, aposte em: Talheres de cabo mais curto e formato anatômico; Pratos e tigelas com sucção; Copos com tamanho e forma que encaixam nas mãozinhas dos bebês. A integração do bebê às refeições da família deve ser feita com paciência e consistência, pois cada criança tem seu ritmo de aceitação. Incentive, mas não force! A Marcus & Marcus é especialista nesse assunto! Visite nosso site e conheça toda a linha de produtos.
Como incentivar a autonomia do bebê à mesa

Como incentivar a autonomia do bebê à mesa

em 16 de out. de 2025
Autonomia alimentar nada mais é do que a criança comer sozinha. Deixar o pequeno explorar a comida com as próprias mãozinhas durante a introdução alimentar é uma prática recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo Ministério da Saúde e pela UNICEF, pois ajuda no desenvolvimento de suas habilidades de coordenação motora e independência. Por que a autonomia é importante no desenvolvimento alimentar? A alimentação é uma experiência que envolve todos os sentidos, inclusive o tato. Além das cores e sabores, é importante que a criança descubra as diferentes texturas dos alimentos também através do toque, seja pela abordagem tradicional ou pelo método BLW de introdução alimentar, pegando, amassando, sentindo a comida.  Por volta dos 7 ou 8 meses, o bebê começa a desenvolver a pega de pinça, ou seja, pegar alimentos usando o polegar e o indicador; até os 10 meses, ele estará com os movimentos mais refinados e conseguindo se alimentar tranquilamente com as próprias mãos. Como estimular o bebê durante as refeições? Deixe que a criança, no seu ritmo, pegue os alimentos, leve-os à boca, esmague-os, explore tudo o que eles têm a oferecer. Pode ser que haja um pouco de bagunça, é verdade, mas o momento será muito prazeroso para o bebê - e deve ser para os pais também! A introdução alimentar é um passo importantíssimo no desenvolvimento infantil, então, é importante participar e aproveitar o processo. O uso de talheres de treinamento, feitos com material e no tamanho adequados para os pequenos, também ajuda a desenvolver a autonomia alimentar. O principal é ter paciência e consistência! Utensílios que ajudam na autonomia alimentar Talheres de treinamento em silicone, com formato anatômico e seguro para os bebês; Talheres em inox e silicone, com bordas arredondas e cabo mais curto e ergonômico, para quando a criança já estiver praticando a pega palmar; Babadores extragrandes com cata migalhas, para deixar as roupinhas limpas após as refeições.  Incentivar a autonomia alimentar dos pequenos é ajudá-los a descobrir o mundo ao redor, não só os alimentos. Claro, haverá um pouco de bagunça à mesa, e isso é parte do processo! Com paciência e consistência é possível deixar a introdução alimentar rica em aprendizados para todos. E lembrando: é imprescindível a supervisão dos pais durante a alimentação do bebê, para garantir a sua segurança! A Marcus & Marcus é especialista nesse assunto! Visite nosso site e conheça toda a linha de produtos para montar o kit perfeito de introdução alimentar.
Como oferecer frutas e legumes para bebês com segurança

Como oferecer frutas e legumes para bebês com segurança

em 16 de out. de 2025
Durante a introdução alimentar, seja pela abordagem tradicional ou pelo método BLW, é importante que as crianças possam explorar os alimentos com liberdade e, principalmente, com segurança. Para isso, existem formas corretas e seguras de apresentar frutas e legumes aos pequenos em cada faixa etária! O que são e por que utilizar os cortes seguros Os cortes seguros são a maneira ideal de ofertar os alimentos aos bebês em cada fase da introdução alimentar.  A apresentação correta reduz o risco de engasgo e torna o aprendizado alimentar mais confortável e positivo. Vale lembrar que a forma como os alimentos são oferecidos deve acompanhar as habilidades adquiridas pelo bebê, não apenas sua idade. Cada criança tem seu próprio ritmo de desenvolvimento e isso deve ser respeitado. 6 a 9 meses – fase da exploração Nesse primeiro momento, o bebê ainda tem poucas habilidades motoras finas, por isso, os alimentos devem ser apresentados de forma que ele consiga segurar e explorar com facilidade. O volume ingerido não é o mais importante, mas sim, a experiência sensorial. Os alimentos devem ser oferecidos em bastões grossos ou palitos de aproximadamente 5 a 8 cm de comprimento. Outra opção segura é utilizar texturas macias - cozidos, grelhados ou desfiados. Se a refeição for ofertada com uma colher, os alimentos devem ser amassados ou raspados (nunca peneirados ou liquidificados), para que ele desenvolva a mastigação gradativamente. 9 a 12 meses – aprimorando as habilidades Por volta dos 9 meses, os bebês desenvolvem a pega de pinça, ou seja, começam a segurar os alimentos entre o polegar e o indicador. Além disso, a língua ganha mais mobilidade lateral, o que facilita a mastigação e a manipulação dos alimentos na boca.  Nessa fase, podemos começar a oferecer os alimentos em tamanhos menores e variados, como rodelas, palitos finos e cubinhos. Também é um ótimo momento para apresentar uma diversidade maior de texturas, incluindo alimentos mais granulosos, cremosos, crocantes e secos, incentivando a exploração sensorial.  12 meses – maior autonomia alimentar A ideia é que, por volta de 1 ano de idade, o bebê já tenha habilidades motoras e orais suficientes para consumir os alimentos sem grandes adaptações, participando ativamente das refeições da família.  Nessa fase, a velocidade de crescimento desacelera e o bebê começa a se movimentar mais. Isso pode influenciar seu apetite, tornando-o mais seletivo em alguns momentos. No entanto, ele já deve conseguir mastigar e engolir uma variedade maior de alimentos com segurança.  Risco de engasgo Os cortes seguros são a principal forma de evitar que o bebê se engasgue durante a alimentação. Alguns alimentos apresentam risco elevado, especialmente se oferecidos em formatos inadequados. Alguns exemplos são alimentos duros, redondos e escorregadios, como uvas inteiras, tomates-cereja, azeitonas, bolinhas de queijo, ovos de codorna cozidos, castanhas, pipoca, pedaços grandes de carne sem desfiar ou maçã crua em formato de pedaço.  Alimentos arredondados devem ser sempre cortados no sentido longitudinal, ou seja, no comprimento, formando tiras finas. Uvas, tomatinhos e ovinhos de codorna cozidos, por exemplo, devem ser cortados em quatro partes no sentido do comprimento. Alimentos duros como cenoura e maçã precisam ser oferecidos cozidos, macios o suficiente para serem amassados facilmente entre os dedos. Utensílios para deixar a alimentação mais segura O ambiente durante a refeição também influencia na segurança do bebê. Nada de distraí-lo enquanto ele está comendo: seu foco deve estar na exploração dos sabores e texturas. Além disso, ele deve estar sentado em uma cadeira adequada, utilizando os utensílios corretos para cada fase. Tigelas com sucção ficam fixas à mesa e evitam bagunça; já pratos com divisórias permitem a separação dos alimentos e uma melhor visualização. Talheres em formato anatômico, em silicone e bem coloridos também estimulam a autonomia do bebê. Independentemente da abordagem escolhida para a introdução alimentar do bebê, é importante sempre supervisioná-lo na hora das refeições, para evitar engasgos e acidentes, respeitar seu tempo, apresentando os alimentos de forma segura e gradual.
Líquidos contraindicados na introdução alimentar

Líquidos contraindicados na introdução alimentar

em 03 de out. de 2025
A introdução alimentar é um momento repleto de descobertas, tanto para os bebês quanto para os cuidadores. Ensinar o bebê a beber água pode parecer simples, mas, na prática, muitas famílias percebem que é um verdadeiro desafio. Afinal, a água não tem sabor, e isso pode dificultar o aprendizado desse hábito tão importante. O desafio aumenta quando outros líquidos — como chás, sucos (mesmo os naturais) ou água de coco — são oferecidos na tentativa de hidratar mais o bebê. Como esses líquidos possuem sabor, a adaptação costuma ser mais rápida, mas pode comprometer o consumo de água no futuro. Quais líquidos são contraindicados na introdução alimentar? Até os 2 anos de idade, a recomendação é clara: a água deve ser o único líquido oferecido à criança — além do leite materno ou fórmula, quando indicado. Outros líquidos como sucos, refrigerantes, água de coco, achocolatados e chás não são indicados nesse período, pois podem: Reduzir o interesse da criança pela água; Aumentar o risco de excesso de açúcar; Prejudicar o desenvolvimento do paladar; Tornar a adaptação a uma alimentação saudável mais difícil. Portanto, a água deve ser a principal referência de hidratação do bebê e estar sempre disponível nas refeições e ao longo do dia. Como incentivar o consumo de água no dia a dia? Sabemos que não é um processo fácil — como muitos pais confirmam —, mas insistir com paciência e consistência faz toda a diferença. Algumas estratégias que ajudam: Ofereça água várias vezes ao longo do dia; Dê o exemplo, mostrando a importância de beber água; Utilize copos adequados para a idade do bebê, que tornem a experiência mais prática e divertida. Copos adequados fazem toda a diferença Usar copos grandes, de boca aberta e difíceis de segurar pode tornar a hidratação ainda mais desafiadora. Para facilitar, escolha copos desenvolvidos para os pequenos, com design anatômico, alças removíveis, canudos e sistemas antivazamento. Algumas opções seguras e funcionais da Marcus & Marcus incluem: Copo de transição PPSU com bico e canudo em silicone 180 ml Rosa– leve, resistente e com válvula antivazamento; Copo treinamento Leão Marcus & Marcus Vermelho– ideal para mãos pequenas, com material em silicone maleável. Esses modelos ajudam a tornar o hábito de beber água mais atrativo e confortável para os bebês. Conclusão A introdução alimentar vai além dos alimentos sólidos: o aprendizado da hidratação também é essencial. Até os 2 anos, apenas água e leite materno (ou fórmula) devem ser oferecidos, para que o bebê associe a água como principal fonte de hidratação. Com paciência, rotina e o uso de copos adequados, é possível transformar esse processo em uma experiência saudável, natural e positiva. Para uma introdução alimentar segura e saudável, conte com os utensílios e copos da Marcus & Marcus e torne cada fase do desenvolvimento do seu bebê mais prática e divertida! 📌 Conteúdo revisado por:Camila CuryNutricionista Materno Infantil – CRN 3-23441
Kits de Introdução Alimentar Marcus & Marcus por Idade

Kits de Introdução Alimentar Marcus & Marcus por Idade

em 02 de out. de 2025
Kits de introdução alimentar para cada faixa etária A introdução alimentar pode ser mais simples e especial com o uso dos utensílios certos para a idade do bebê.  Uma das muitas dúvidas que surgem durante a introdução alimentar é a respeito dos utensílios: qual o tamanho adequado para os talheres? Qual o material e formato mais seguros para as crianças? Que tipo de prato ou tigela deve-se usar?  Se você está montando o enxoval de introdução alimentar do seu bebê e essas perguntas não saem da sua cabeça, confira a seguir os melhores kits da Marcus & Marcus para cada faixa etária: O que são Kits de introdução alimentar? Os kits de introdução alimentar são conjuntos de utensílios desenvolvidos especialmente para auxiliar os bebês na transição do leite materno ou fórmula para os primeiros alimentos sólidos. Eles costumam incluir tigelas, colheres, talheres infantis, copinhos e babadores, todos feitos com materiais seguros e pensados para cada fase do desenvolvimento.  O objetivo desses kits é tornar as refeições mais práticas para os pais e, ao mesmo tempo, estimular a autonomia do bebê de forma lúdica, confortável e segura.Os kits de introdução alimentar são coleções de utensílios projetados para ajudar os bebês na transição do leite (materno ou fórmula) para os primeiros alimentos sólidos.  O propósito desses kits é facilitar as refeições para os pais, ao mesmo tempo em que incentivam a independência do bebê de maneira divertida, confortável e segura. Kits de introdução alimentar por idade Cada fase do desenvolvimento do bebê exige utensílios adequados para tornar a introdução alimentar mais prática, segura e prazerosa. Por isso, os kits de introdução alimentar por idade da Marcus & Marcus foram pensados para acompanhar o crescimento da criança, respeitando suas necessidades em cada etapa. Dos 6 aos 24 meses, cada kit inclui itens funcionais e lúdicos que estimulam a autonomia e transformam as refeições em momentos de aprendizado e diversão. 6 meses Kit de Introdução Alimentar: excelente para os adeptos da abordagem mais tradicional da introdução alimentar, que propõe oferecer os alimentos em forma de papinhas ou purês; este kit inclui uma colher espátula 2 em 1 e uma tigela com texturas que facilitam o preparo da comida, além de uma colher dosadora com dispenser, que permite aos pais controlar o fluxo de alimentos.  Kit de Alimentação: é o conjunto perfeito para os bebês que estão na transição de alimentos líquidos para sólidos. Inclui uma tigela de silicone, uma colher de alimentação de ponta macia também em silicone, suave para a gengiva do bebê, e um babador com coletor de migalhas. 12 meses Kit de Alimentação com Copo Anatômico: nesta fase, o bebê já está com a coordenação motora mais desenvolvida e consegue manusear talheres e até arriscar segurar um copinho! Este kit vem com a tigela com tampa e sucção, que permite guardar a comida para depois caso a criança não coma tudo; com o primeiro jogo de garfo e colher em inox e silicone, com cabo mais curto em 90° no formato dos nossos personagens; e com o copo anatômico, feito para encaixar nas mãozinhas das crianças.  18 meses Kit com tigela e primeiro garfo e colher em inox e silicone: agora, o bebê já tem maior autonomia e já experimentou uma grande variedade de alimentos, sabe reconhecer os sabores, texturas e temperos. Este kit inclui a tigela com base de sucção, que continua sendo um recurso valioso para garantir estabilidade, evitando frustrações — que, por sinal, tendem a surgir com mais frequência nessa fase. Os talheres favorecem os primeiros movimentos de espetar alimentos macios, enquanto a colher é ideal para alimentos pastosos e cremosos, como purês, feijão ou iogurtes. 24 meses Kit para alimentação com 4 divisórias: aos 24 meses, muitas crianças já estão plenamente inseridas nas refeições da família, e a seletividade alimentar pode aparecer. O prato com divisórias é uma ferramenta valiosa nesse processo, pois permite que os alimentos sejam oferecidos de forma separada, o que fortalece sua autonomia e reduz a resistência.  Kit de alimentação Piloto e Chef: nesta fase, o universo simbólico da criança está em plena expansão, transformando objetos e situações do cotidiano em momentos de brincadeira. O kit de alimentação Chef ou Piloto é ótimo para explorar essa fase, pois é lúdico e prático na medida certa, permitindo que as crianças visualizem os alimentos separadamente e se alimentem com autonomia, enquanto brincam de pilotar um avião ou comandar um restaurante! Escolha os Kits de introdução alimentar da Marcus & Marcus Com os kits de introdução alimentar Marcus & Marcus, cada refeição se torna uma oportunidade de aprendizado, autonomia e conexão com seu bebê. Escolher os utensílios adequados para cada idade garante mais segurança, praticidade e diversão no dia a dia. Invista em produtos que acompanham o crescimento da criança e transforme a introdução alimentar em uma experiência positiva para toda a família.Para uma introdução alimentar descomplicada e divertida, conte com a Marcus & Marcus!  
Erros Comuns na Introdução Alimentar e Como Evitá-los

Erros Comuns na Introdução Alimentar e Como Evitá-los

em 02 de out. de 2025
Erros comuns na introdução alimentar – e como evitá-los A introdução alimentar é uma etapa que pode gerar bastante expectativa e ansiedade nos cuidadores. Muitas vezes, é nesse processo que acabam surgindo erros que dificultam a adaptação do bebê aos novos alimentos. Mas não se preocupe! Como tudo é novidade, tanto para você quanto para a criança, é natural que ajustes sejam necessários. Com os utensílios adequados, como os da Marcus & Marcus a introdução alimentar se torna muito mais simples, segura e divertida. Confira a seguir os erros mais comuns na introdução alimentar e como evitá-los. 1. Utilizar talheres inadequados O uso de garfos, colheres e facas de metal grandes pode prejudicar a saúde da criança, já que pontas afiadas machucam a gengiva e atrapalham a autonomia na hora de comer. A escolha por talheres adequados para cada fase do bebê é fundamental para o sucesso da introdução alimentar: A partir dos 6 meses: prefira colheres e garfos de silicone com cabos anatômicos que são seguros e confortáveis. A partir dos 12 meses: os talheres em inox com bordas arredondadas e cabo ergonômico em silicone são ideais para estimular a autonomia. A partir dos 2 anos: o uso de colher, garfo e faca com ponta arredondadapode ser introduzido, sempre com segurança. 2. Oferecer pouca variedade de alimentos e texturas É comum que pais tenham receio do engasgo e, por isso, mantenham a criança apenas em papinhas ou alimentos amassados por muito tempo. No entanto, isso pode limitar a experiência sensorial do bebê. O ideal é permitir que o pequeno explore diferentes cortes seguros, texturas e sabores. Para deixar a refeição mais atrativa: Aposte em pratos com cores vibrantes e divisórias que tornam o momento mais lúdico. Use pratos com sucção e compartimentos para evitar derramamentos e incentivar a autonomia. 3. Oferecer copos difíceis de segurar Durante a introdução alimentar, o bebê começa a experimentar líquidos além do leite materno, como água e chás. Nesse momento, copos inadequados podem tornar o processo frustrante. Para facilitar a adaptação, escolha copos anatômicos e de silicone, fáceis de segurar pelas mãozinhas pequenas, como o copo anatômico em silicone 120ml Leão  ou o copo de treinamento girafa Lola Esses modelos são maleáveis, possuem texturas que facilitam a pega e ajudam a prevenir quedas e derramamentos. 4. Escolher utensílios de plástico comum Muitos cuidadores optam por pratos, copos e talheres de plástico comum, sem saber que esses itens podem conter substâncias nocivas, como BPA (Bisfenol A) e ftalatos. A solução é investir em utensílios de silicone de grau alimentício, livres de substâncias tóxicas e muito mais seguros para o bebê. Além disso, esses utensílios: São resistentes e fáceis de limpar; Podem ir ao micro-ondas, lava-louças e freezer; Tornam o dia a dia mais prático e higiênico. Apesar das novidades e desafios, a introdução alimentar não precisa ser uma fonte de estresse. Com a escolha certa de utensílios, esse momento pode ser transformado em uma experiência divertida, educativa e cheia de descobertas para o bebê. A Marcus & Marcus é especialista nesse assunto! Visite nosso site e conheça toda a linha de produtos para montar o kit perfeito de introdução alimentar.
Fases da introdução alimentar

Fases da introdução alimentar

em 12 de set. de 2025
A introdução alimentar é um processo gradual, marcado por diferentes fases ao longo do desenvolvimento da criança. Veja quais são elas:  Dos 6 aos 8 meses: mais importante que a idade são os sinais de prontidão nesta fase, como se sentar com pouco ou nenhum apoio, mostrar interesse pela alimentação dos pais etc. Priorize qualidade e variedade sobre quantidade de alimentos. O leite materno ou a fórmula infantil ainda serão as bases da nutrição do seu filho.   Dos 9 aos 11 meses: a partir daqui a dieta do bebê pode ser mais diversificada, pois ele já terá avançado na sua coordenação motora. É a fase em que o bebê conquista a capacidade de realizar o movimento de pinça com o dedo indicador e polegar, então, incentive a autoalimentação com alimentos que ele possa pegar com as mãos ou pequenos talheres adequados para a idade. Estabeleça uma rotina com duas refeições principais - almoço e jantar - e dois lanches por dia - manhã e tarde.   Dos 12 aos 18 meses: é o momento em que o bebê pode começar a consumir a maioria dos alimentos que a família come. A dieta deve ser balanceada e incluir uma ampla gama de frutas, vegetais, grãos e proteínas. Nessa fase os leites e derivados podem ser apresentados. A água deve ser a principal bebida, evitando sucos – estes somente após os 12 meses.   Depois dos 18 meses: nesta fase pode ser um desafio manter o bebê sentado à mesa, já que ele estará mais interessado em explorar e brincar. Usar pratinhos e utensílios coloridos e divertidos pode ajudar a mantê-lo interessado nas refeições. A habilidade de comer geralmente já está desenvolvida, e o bebê começa a expressar suas preferências - o que pode parecer seletividade alimentar, mas, na maioria das vezes, é algo passageiro. Manter uma rotina consistente e oferecer uma variedade de alimentos e texturas pode ajudar a lidar com essas preferências.    Com uma evolução gradual, respeitando o tempo da criança, uma boa variedade de alimentos e utensílios adequados, a IA do seu bebê será um sucesso – e pode contar com a Marcus & Marcus para ajudar nesse processo!    Laura Escobar   Nutricionista CRN3-63644   Especialista em Nutrição Infantil     Referências:   Ministério da Saúde. Guia Alimentar para crianças menores de 2 anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2019.   Sociedade Brasileira de Pediatria. Manual de Nutrição Pediátrica. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Pediatria, 2019.   Guia prático de alimentação da criança de 0 a 5 anos. Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamentos Científicos de Nutrologia e Pediatria Ambulatorial. São Paulo: SBP, 2021. 
Como começar a introdução alimentar?

Como começar a introdução alimentar?

em 05 de set. de 2025
A introdução alimentar é um momento crucial na vida de um bebê, marcando a transição do leite materno ou fórmula infantil para uma refeição sólida. Este processo é a oportunidade ideal para iniciar a formação de hábitos alimentares positivos e para compartilhar a cultura alimentar da família.   Há diversas abordagens e métodos para iniciar a introdução alimentar, cada um com suas próprias características e benefícios. Não há um método universalmente melhor ou pior; o ideal varia de acordo com a rotina e os hábitos da família, além da confiança e segurança dos responsáveis que irão alimentar o bebê.    Ao mesmo tempo, é normal ter muitas dúvidas sobre como começar essa nova fase. Abaixo apresentamos, junto com a nutricionista infantil Laura Escobar, os três principais métodos e abordagens mais praticados no Brasil para uma introdução alimentar de sucesso:   I) Abordagem tradicional: amplamente apoiada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, começa com a introdução gradual de alimentos sólidos por volta dos seis meses de idade, quando o leite materno ou fórmula ainda constitui a principal fonte de nutrição. Nesse método, os alimentos são inicialmente oferecidos na forma de purês ou papinhas e são amassados, com o objetivo de introduzir novos sabores e texturas de maneira controlada, fornecendo os nutrientes essenciais complementando o leite materno.  II) Método BLW: o Baby-Led Weaning (BLW), por outro lado, propõe uma abordagem mais autônoma, permitindo que o bebê explore e se alimente de alimentos sólidos desde o início. Ao invés de purês e papinhas, o BLW encoraja a oferta de alimentos em pedaços grandes - há cortes seguros para cada alimento. Este método visa promover a independência alimentar e o desenvolvimento das habilidades motoras, além de incentivar a aceitação de uma variedade de alimentos.  III) Abordagem Participativa: envolve a colaboração ativa entre pais e o bebê, combinando elementos dos métodos discutidos anteriormente. É uma excelente opção para pais que ainda não se sentem totalmente confortáveis com o BLW, mas querem oferecer mais vivências e experiências alimentares do que as papinhas da abordagem Tradicional. Na Participativa, você prepara papinhas para garantir a nutrição adequada e, ao mesmo tempo, oferece alguns alimentos sólidos para que o bebê possa explorar e se alimentar de forma mais autônoma, desenvolvendo sua independência.   Cada abordagem traz uma perspectiva especial sobre a introdução dos alimentos sólidos na dieta do bebê. Converse com o seu pediatra ou nutricionista infantil para encontrar a melhor forma de garantir uma introdução alimentar saudável e bem-sucedida, adaptada às necessidades individuais da sua família e do seu bebê.   Os utensílios corretos também fazem a diferença nessa nova fase, por isso, conte com a Marcus & Marcus para deixar a introdução alimentar do seu pequeno mais leve, prática e divertida! Temos uma linha de alimentação completa, com talheres, pratos, tigelas e copos para cada fase do desenvolvimento infantil. Confira alguns dos nossos produtos abaixo!  Laura Escobar  Nutricionista CRN3-63644  Especialista em Nutrição Infantil     Referências:  Sociedade Brasileira de Pediatria. Guia Prático de Atualização - Alimentação Complementar para o Lactente Saudável, 2024.  Brown, A., & Lee, M. Infant feeding practices: Exploring the Baby-Led Weaning approach. Journal of Pediatric Nutrition, 2013.  Ruel, M. T., & Alderman, H. The Participative approach in infant feeding practices. Global Health Action, 2013. 

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